quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
E se debaixo desta dor não houver grito?
Naquele dia nasceram-lhe ramos na cara,
ramos pelas mãos,
de dentro dos braços onde não há força nem norte: do lado esquerdo da cabeça.
Tu não vieste.
O lanugo que nascia da pele. após a primeira ausência, lembrava-me que o desenho da angustia
que se escrevia do avesso, no meu corpo, ainda mal começara.
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Querida Avó, Hoje sonhei contigo. Não foi um sonho, foi uma presença. Estavas na casa onde vivo – não naquela onde pacifica...
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