quinta-feira, 4 de maio de 2017

Até sempre, miúdo



És dado como morto hoje. Dizem que tiveste morte cerebral.
Vais fazer uma puta de uma falta à tua mulher e à tua filha.


E a mim, parvinho. E  a mim.

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Querido V.

  Moçambique, 27 de março de 1906 Preciso deixar-te ir.  Por onde começar?