segunda-feira, 1 de agosto de 2016

2009

E depois há coisas  que deitamos à água: mandamos fora e vemos a sombra da morte no fundo do oceano, a àgua profunda que tudo leva para sempre.
  Pesos mortos, cadáveres decompostos que trazemos às costas e nos deformam a cervical: tempo em que nao sabíamos que tinhamos um nome e um corpo
( quando não sabia que perdia tempo para  sempre)

- de facto, eu nunca vi o tempo levantar-se e passar

Sem comentários:

Enviar um comentário

Texto CAPAZES - A Carrilho o que é de Carrilho

A ler aqui